O problema não é usar memes. É não saber quando usar. Nos últimos anos, eles passaram de entretenimento para ferramenta de comunicação, e não por acaso: segundo estudos da HubSpot, conteúdos que geram identificação e emoção têm maior taxa de engajamento. O meme faz isso muito bem. Ele aproxima, humaniza e coloca a marca dentro da cultura do momento.
Mas atenção não é sinônimo de posicionamento. Marcas como Netflix ou Duolingo usam memes com consistência porque existe uma identidade clara por trás. Existe coerência com o nicho, com o tom de voz e com a forma como querem ser percebidas. Já outras entram em tendências sem contexto, sem adaptação e sem intenção, e acabam comunicando qualquer coisa. O resultado é simples: geram interação no curto prazo, mas não constroem percepção no longo.
No cenário atual, onde confiança pesa mais do que alcance, o critério se torna mais importante do que a criatividade. Tudo pode ser adaptado, inclusive um meme, desde que faça sentido para o seu público, para o seu posicionamento e para a imagem que você quer construir. Porque no fim, não é sobre entrar em tendências, é sobre manter coerência com a sua narrativa e com aquilo que a sua marca quer representar.
Na Bless Up, estamos atentos às tendências, mas principalmente em como adaptá-las à realidade de cada marca, com estratégia, coerência e direção

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